<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-163062301718525867</id><updated>2012-02-16T03:53:36.138-08:00</updated><title type='text'>Fragmento de Ideia</title><subtitle type='html'>Deixo aqui todos os milhares de fragmentos de ideias que correspondem à minha visão de mundo, vida, realidade e tudo mais que me interesse, como a comunicação social, em especial Jornalismo e Publicidade e Propaganda e situações do cotidiano.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/163062301718525867/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Thayara Barboza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13035028236540539967</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_t9b2gaNNklE/S1eRoRXJThI/AAAAAAAAACg/Ax3abwjyCic/S220/IMAG0072.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>20</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-163062301718525867.post-737117595618641269</id><published>2010-01-20T15:21:00.000-08:00</published><updated>2010-01-20T15:24:05.626-08:00</updated><title type='text'>Buscando o assassino da própria mãe</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Pois é, o título parece forte, exatamente o que pensei quando decidi tentar encontrar Márcio Akira, o jovem que em 1997, aos 25 anos assassinou, sob o efeito das drogas, a mãe adotiva que o havia criado por toda a vida, até aquele ano. Perguntas daqui, informações certas, indícios errados. No processo, palavras do próprio Márcio, indicam ser ele um jovem culto, que dominado pelos entorpecentes cometeu um ato cruel com a mãe. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Quando soube, por uma coincidência incrível do destino, que este ano, mais precisamente em março, ele havia sido solto após cumprir sua dívida coma justiça e com a sociedade, ele estava de volta às ruas de Campo Grande. No entanto, encontrá-lo seria mais difícil e traria um misto de sentimentos estranhos que eu não poderia imaginar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Claro que quando pensamos vamos encontrá-lo, ele está livre por ordem da justiça, isso significa que está apto a conviver em sociedade, mas será que temos a plena consciência disso? Um assassino, é sempre um assassino ou depois de cumprir sua pena, é apenas mais alguém em busca de dignidade? Será que existe a regeneração? É, deu medo. Mesmo assim, eu tentei.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;No dia em que soube que ele poderia ser funcionário de um quiosque no maior shopping da cidade, logo pensei, nossa, que bom, pois assim vou poder procurá-lo em local público, sem correr o risco de ser atacada. Que pensamento horrível, ele já está até trabalhando, não deve cometer este tipo de desatino... mas vamos ao que interessa, soube em uma segunda-feira, no ínicio da tarde, pelo Orkut, que emoção, é claro que vou até ele... Naquela noite, pensei em milhões de abordagens diferentes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Claro, pensei também em milhões de reações que ele poderia ter, a maioria delas ruins. No dia seguinte, me programei de acordo com o horário de funcionamento do local e horário de pouco movimento, quando as pessoas ainda estariam chegando, já que não se tratava de dia de promoção. Na terça-feira, por volta das 18 horas, seguia eu, até o ponto de ônibus em frente à faculdade. Poderia ter ido a pé, afinal de contas é bem perto, mas acho que meu nervosismo e ansiedade não deixaram.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;No caminho, pouco mais de 5 minutos até lá, percebi que minhas mãos suavam frio, e parecia que havia algo vivo em meu estômago, sabe aquela sensação de algo está se mexendo, pois é, esta mesma. Quando dei o primeiro passo à dentro do shopping pensei, posso voltar depois, ou não voltar. Deixa pra lá, já sei da história, do processo, das cartas dele à justiça tentando redução de pena. Mas não, tinha ido até lá, vamos até o fim. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Como um gavião em busca de sua presa, em poucos segundo localizei o possível ponto em que ele estaria, um quiosque de mágica. Ali estavam duas pessoas, e pelas características, apenas um poderia, talvez ser quem estava procurando. Dei uma volta pela frente dos rapazes, praticamente sem olhar, óbvio, passei direto. Lá do outro lado, olhei de longe e pensei: será que me viu? Será que é ele? Será que vai me expulsar? Bem, pode nem ser ele.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Mais uma volta, desta vez, um pouco mais devagar, ao contrário do meu coração, este parecia que ia saltar diretamente para o balcão onde estava o possível assassino, quer dizer, quem eu estava procurando. Não deu certo, não consegui parar... Lá se foi minha segunda tentativa, mas desta vez parei um pouco mais perto para observar. Respirei fundo, contei até vinte, o plano era contar até três... Fui novamente, como se estivesse indo à forca, cheguei lentamente, fixei o olhar naquele que poderia ser ele, e pensei, se for ele está muito diferente do que a única foto que eu já havia visto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Depois de alguns segundos, ele e o outro jovem me olhando como quem dizia: “E aí, vai ficar parada?”. Sem planejar saiu: “Você é o Márcio?” Droga, não era assim que tinha pensado... Mas tudo bem, já foi. Eles se entreolharam, deram uns sorrisinhos de canto, e aquele que poderia ser o dito cujo respondeu: “Não, mas ele é daqui mesmo do shopping?” Eu disse que de acordo com as informações que eu tinha era daquele quiosque.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Novamente riram, mas desta vez mais escancarado, aí pensei: “Do que estão rindo, fiz alguma pergunta idiota?”, Foi então que ele, o possível Márcio respondeu que o único Márcio que conhecia era o dono da franquia em que eles estavam. Mas sabe que a cara deles não me convenceu. Então insisti, você por acaso não se chama Márcio, porcaria, essa deveria ter sido a primeira pergunta, mas não dizem que a ordem dos fatores não altera o produto, então...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Então que ele mais uma vez riu, talvez pensando, que louca, e respondeu que não, não era ele. Mas o mais estranho veio a seguir; “Do que se trata, ele perguntou, você é da polícia?” Respondi que não, claro, mas disse que o assunto era particular. Neste momento tive uma leve sensação de que eles estavam escondendo algo. Então agradeci, e continuei dando voltas, sempre com o olhar no tal lugar, eles perceberam, porque conversavam entre si e olhavam para os lados.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Das suas uma, ou de fato não era ele e estavam pensando que eu seria uma louca, ou mãe de algum filho perdido do tal Márcio que eles não conheciam, ou então, a pessoa com que falei era ele, e me enganou direitinho. É, falhei, não consegui o encontrar, soube depois de vários possíveis locais onde ele poderia ficar, no calçadão da Barão no centro da cidade, em frente à um supermercado, e até em uma Mesquita, já que segundo informações, ele teria se convertido ao Islamismo. Bem, o fato é que não encontrei, mas não considero isto apenas como uma falha, mas como uma nova experiência.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/163062301718525867-737117595618641269?l=fragmentodeideia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/feeds/737117595618641269/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/2010/01/buscando-o-assassino-da-propria-mae.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/163062301718525867/posts/default/737117595618641269'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/163062301718525867/posts/default/737117595618641269'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/2010/01/buscando-o-assassino-da-propria-mae.html' title='Buscando o assassino da própria mãe'/><author><name>Thayara Barboza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13035028236540539967</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_t9b2gaNNklE/S1eRoRXJThI/AAAAAAAAACg/Ax3abwjyCic/S220/IMAG0072.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-163062301718525867.post-1768702690188875087</id><published>2010-01-20T15:19:00.000-08:00</published><updated>2010-01-20T15:21:05.271-08:00</updated><title type='text'>Percepções de um Cenário Triste</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#330000;"&gt;Durante todo o processo de desenvolvimento de um trabalho, desde a idéia inicial, seu amadurecimento, adequação à realidade, já que no geral, nossos anseios ultrapassam nossas possibilidades, e a execução de fato, nada pode ser concluído, porque é imprescindível que estejamos preparados para os novos rumos que um projeto pode seguir. Entretanto, algumas vezes, estes caminhos nos levam para uma triste realidade, que por mais que tenhamos planejado diferente, ela nos toca profundamente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#330000;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#330000;"&gt;É possível afirmar que ao escolher um tema de trabalho, geralmente seguimos aquilo com que nos identificamos, sejam eles de cunho social, econômico, profissional, enfim, uma infinidade de conceitos que chegam a um mesmo ponto comum: Como de alguma forma aprendemos com aquilo que estamos executando.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#330000;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#330000;"&gt;Durante as buscas para compor este trabalho, que tratou de casos ocorridos desde os primórdios dos tempos campo-grandenses, obtive conhecimentos sobre a história desta cidade, que jamais foram expostos a mim em sala de aula, e que mesmo muitos professores de história que aqui lecionam desconhecem, não que estas não tenham seus registros, mas sim estão escondidas, quase que apagadas da memória cultural dos que aqui vivem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#330000;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#330000;"&gt;Como a procura por dados, fatos e registros não ficou restrita a apenas informações impressas em papéis, mas também na memória de pessoas, seres humanos que viveram, presenciaram e de algum modo fizeram parte do contexto destes acontecimentos, é possível afirmar que suas histórias são um resgate de tudo aquilo que jamais pode ser esquecido por um povo, pois, aconteceu, faz parte do desenvolvimento histórico-social de Campo Grande, e eu tentei encontrá-las.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/163062301718525867-1768702690188875087?l=fragmentodeideia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/feeds/1768702690188875087/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/2010/01/percepcoes-de-um-cenario-triste.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/163062301718525867/posts/default/1768702690188875087'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/163062301718525867/posts/default/1768702690188875087'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/2010/01/percepcoes-de-um-cenario-triste.html' title='Percepções de um Cenário Triste'/><author><name>Thayara Barboza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13035028236540539967</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_t9b2gaNNklE/S1eRoRXJThI/AAAAAAAAACg/Ax3abwjyCic/S220/IMAG0072.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-163062301718525867.post-8417540334938637244</id><published>2010-01-20T15:15:00.000-08:00</published><updated>2010-01-20T15:19:38.740-08:00</updated><title type='text'>Demorei, mas voltei!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#330033;"&gt;Bem, vou contar em partes alguns detalhes da minha "saga" em busca de informações para escrever meu livro. Ah, tirei DEZ e estou procurando uma editora e também ajuda para publicar, afinal, preciso compartilhar descobertas intrigantes sobre os crimes ocorridos aqui...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/163062301718525867-8417540334938637244?l=fragmentodeideia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/feeds/8417540334938637244/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/2010/01/demorei-mas-voltei.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/163062301718525867/posts/default/8417540334938637244'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/163062301718525867/posts/default/8417540334938637244'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/2010/01/demorei-mas-voltei.html' title='Demorei, mas voltei!'/><author><name>Thayara Barboza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13035028236540539967</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_t9b2gaNNklE/S1eRoRXJThI/AAAAAAAAACg/Ax3abwjyCic/S220/IMAG0072.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-163062301718525867.post-4530349005311250781</id><published>2009-12-04T10:35:00.000-08:00</published><updated>2009-12-04T10:37:07.390-08:00</updated><title type='text'>Estou voltando...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;em&gt;Bem, agora que acabei meu primeiro livro volto pra cá em breve.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;em&gt;Vou contar tin tin por tin tin as minhas aventuras durante os meses em que estive fora, aguardem!!!&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/163062301718525867-4530349005311250781?l=fragmentodeideia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/feeds/4530349005311250781/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/2009/12/estou-voltando.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/163062301718525867/posts/default/4530349005311250781'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/163062301718525867/posts/default/4530349005311250781'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/2009/12/estou-voltando.html' title='Estou voltando...'/><author><name>Thayara Barboza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13035028236540539967</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_t9b2gaNNklE/S1eRoRXJThI/AAAAAAAAACg/Ax3abwjyCic/S220/IMAG0072.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-163062301718525867.post-8442723113845054740</id><published>2009-08-26T14:12:00.000-07:00</published><updated>2009-08-26T14:15:05.005-07:00</updated><title type='text'>Socorro! Matei a minha inspiração</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Durante minhas incessantes buscas pelo descobrimento de crimes e seus desfechos, para o desenvolvimento do meu trabalho de conclusão de curso, um livro acerca de grandes fatalidades que ocorreram na cidade onde moro, Campo Grande, Mato Grosso do Sul, me deparei com um assassinato maior e mais próximo a mim do que o imaginado. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Serei uma jornalista, de arte, ofício e modéstia a parte, de dom também. Nasci e cresci com esta consciência, de que toda a minha vida será escrevendo. Mas após toda a minha infância e adolescência registrando diários com as minhas histórias, inventando histórias, além das redações escolares e mais 3 anos e meio de faculdade, percebi que algo estava errado.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Minha naturalidade e desenvoltura diante de textos, sejam eles de coisas cotidianas como este, de assessoria ou até mesmo as notas diárias de política, internacional e segurança pública produzidas para o rádio, já não fluíam como antes. Havia uma barreira sobre a qual eu me via impedida de ultrapassar. O que de fato estava acontecendo? Neste mesmo período iniciei a leitura de um livro, não por acaso de uma jornalista.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A minha mais nova leitura, para variar um pouco já que nos últimos meses todos os meus títulos de cabeceira tratavam de assassinatos e crimes macabros, era sobre uma jornalista, que perto de completar seus 40 anos, decide fazer uma busca por todos os relacionamentos fracassados, na tentativa de descobrir o porquê de ter sido vítima de cinco homens que partiram seu coração (esse é o nome do livro: 5 homens que partiram meu coração) de Susan Shapiro.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Bem, voltando ao meu caso, o que acontece é que a jornalista fez terapia durante mais de dez anos e, assim tentava compreender as melancolias e desastres que a cercavam, então, será que preciso de terapia? Na verdade, o que de fato senti, é que algo estava bloqueando minha criatividade, aliás, a criatividade não, porque ela ainda está aqui, mas a execução dela é que estava sem forças.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;De algum modo, tudo o que eu pensava e planejava escrever não saia da minha mente, e ao contrário de antigamente, quando me trancava em um quarto ou banheiro e escrevia lá, minhas dez ou 12 páginas de um diário, eu me sentia uma pedra, diante da tela branca do computador. Quando menos esperava, estava eu navegando em alguma página da internet, lendo horóscopo ou algo tão “importante” quanto. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Então, quando pensava que criei até mesmo um blog, me rendendo ao pouco de mídias sociais que eu conheço, descobri que o assassinato que havia ocorrido era o da minha inspiração! Acredito que eu não seja a única pessoa a passar por este tipo de transtorno, sei que em qualquer profissão o excesso de cobrança e pressão tem impacto, geralmente negativo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Mas não pense que foram as pressões de trabalho que me fizeram congelar. Na verdade a minha própria cobrança e exigência que resultaram em um bloqueio mental. Parece dramático, e é, mas também é bastante real. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Onde na verdade eu quero chegar? Pensando bem, quero compartilhar um momento histórico da minha vida, momento este que é vivido por mais um grupo imenso de pessoas, de várias universidades, cursos, cidades, estados e países. Faltam alguns meses para eu concluir minha graduação, tudo o que faço é pensar nos meus estágios, trabalho de conclusão de curso, minha profissão, futuro... Nossa, acho que já entendi o porquê do bloqueio! Será que eu penso de mais, ou espero muito da vida? &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Preciso descobrir também se realmente vale a pena me preocupar tanto com o depois de amanhã, principalmente porque o desgaste de se viver o futuro antes do presente é imenso. Mas acontece que a ansiedade é um sentimento avassalador, que faz parte da maioria das pessoas, principalmente em momentos decisivos de suas vidas. Dá pra questionar que os períodos de maior tensão na vida de meros mortais como nós tem influência quase que mortal em nosso modo de vive, agir e pensar? Sei que assim como a minha, a sua resposta também vai ser não.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Pelo texto e intensidade das minhas palavras já deu para perceber que a inspiração está de volta, e hoje ainda tenho alguns capítulos do meu livro para escrever e muitos dias para viver. Se eu ainda vou ter outros bloqueios? É bem provável, afinal de contas sou uma pessoa praticamente normal, com muitos anseios e desejos, e claro, muitos momentos decisivos para passar. Só resta me desejar sorte e um pouco de cara de pau para enfrentar todos eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/163062301718525867-8442723113845054740?l=fragmentodeideia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/feeds/8442723113845054740/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/2009/08/socorro-matei-minha-inspiracao.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/163062301718525867/posts/default/8442723113845054740'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/163062301718525867/posts/default/8442723113845054740'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/2009/08/socorro-matei-minha-inspiracao.html' title='Socorro! Matei a minha inspiração'/><author><name>Thayara Barboza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13035028236540539967</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_t9b2gaNNklE/S1eRoRXJThI/AAAAAAAAACg/Ax3abwjyCic/S220/IMAG0072.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-163062301718525867.post-3852366041254196529</id><published>2009-07-17T12:44:00.000-07:00</published><updated>2009-07-19T17:14:09.857-07:00</updated><title type='text'>Projeto PAIS leva esperança a produtores rurais de MS</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#003300;"&gt;Em 2009, 100 unidades produtivas começam a ser implantadas em Campo Grande&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Joana Tabordo de Mendonça, 40 anos, é uma das 200 assentadas que farão parte, em 2009, do projeto Produção Agroecológica Sustentável (Pais), do Sebrae em Mato Grosso do Sul. Ela diz que, "assim como outras pessoas já passei por muitas dificuldades na vida, mas apesar disso sou persistente. Sempre quis plantar vegetais orgânicos e, agora, está aí a oportunidade que eu precisava".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A agricultora, que vive no assentamento Conquista, em Campo Grande, conta que já teve uma microempresa na cidade, mas há pouco tempo iniciou o trabalho no campo, até então sem nenhuma estrutura e conhecimento, fator que já gerou grandes prejuízos. “Perdi toda uma plantação de vagens porque não queria utilizar agrotóxicos e fertilizantes químicos, então as pragas destruíram tudo. Mas agora, com o projeto, vou começar outra vez, e com melhores condições, para poder viver disso”, afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Joana não é a única que por falta de orientação ficou restrita a condições precárias de produção. Ela, e mais 99 famílias de assentados da capital terão a oportunidade de inovar no sistema de cultivo, e ainda garantir a sustentabilidade e a inserção no mercado, através da plantação de hortaliças e leguminosas sem o uso de agrotóxicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A metodologia do Pais oferece produção de baixo custo, que se adequa à realidade do pequeno produtor familiar. Isso é de fundamental importância para os assentados, segundo José Vitório da Silva, 52 anos, que reside no assentamento Pantanal. “Para quem trabalha na roça, é muito importante conhecer sua terra, e produzir de forma correta é uma maneira de não agredir o ambiente e sustentar a família com alimentos de qualidade”, diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O agricultor além de ter a oportunidade de produzir alimentos livres de agrotóxicos, terá assistência técnica periódica e poderá comercializar o excedente. Esses são os planos para um futuro próximo e Francisca Valdeonora da Silva, 48 anos, que há muito tempo trabalha com horta, diz que a expectativa é grande. “Estou ansiosa para começar logo, quero ver a coisa se desenvolver, fazer meu negócio evoluir”, garante. Apesar da ansiedade, a produtora tem consciência de que embora o projeto seja um benefício, ela terá contas a prestar. “Não é todo dia que temos uma oportunidade como essa. Então, cada um vai ter que trabalhar duro, se dedicar, fazer por merecer e cuidar da sua terra”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#003300;"&gt;&lt;strong&gt;Convênio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O projeto de Produção Agroecológica Sustentável (Pais), após convênio assinado entre Sebrae, Banco do Brasil e Prefeitura Municipal de Campo Grande, da ordem R$ 1,5 milhão, vai implantar 100 unidades de produção agrícola em assentamentos de Campo Grande. Outras 100 unidades serão levadas para as cidades de Terenos e Sidrolândia, por meio de convênio com as prefeituras. Em Mato Grosso do Sul, 140 unidades Pais estão em funcionamento, na capital, em Sidrolândia, Miranda e Nioaque.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:130%;color:#cc0000;"&gt;( Esse aqui está em vários lugares, saiu no Correio do Estado e ainda me valeu um 10 na aula de Jornalismo Rural)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/163062301718525867-3852366041254196529?l=fragmentodeideia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.agenciasebrae.com.br/noticia.kmf?noticia=8198893&amp;canal=199' title='Projeto PAIS leva esperança a produtores rurais de MS'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/feeds/3852366041254196529/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/2009/07/projeto-pais-leva-esperanca-produtores.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/163062301718525867/posts/default/3852366041254196529'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/163062301718525867/posts/default/3852366041254196529'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/2009/07/projeto-pais-leva-esperanca-produtores.html' title='Projeto PAIS leva esperança a produtores rurais de MS'/><author><name>Thayara Barboza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13035028236540539967</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_t9b2gaNNklE/S1eRoRXJThI/AAAAAAAAACg/Ax3abwjyCic/S220/IMAG0072.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-163062301718525867.post-4903075697104303951</id><published>2009-07-17T12:30:00.000-07:00</published><updated>2009-07-19T17:17:35.582-07:00</updated><title type='text'>Outras coisinhas mais...</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;color:#330033;"&gt;Criação:&lt;span style="color:#3333ff;"&gt; Willian Manvailer.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#330033;"&gt;Textos: &lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Thayara Barboza.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#330033;"&gt;Isso é outra coisa que eu adoro, mas ainda tenho muito a aprender: Redação Publicitária!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Arial;color:#330033;"&gt;Link do site: &lt;a href="http://www.gisselefestas.com.br/"&gt;http://www.gisselefestas.com.br/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_t9b2gaNNklE/SmDRl-lCG7I/AAAAAAAAAB4/renf7lkj5CI/s1600-h/gissele-festas-home.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5359514006954580914" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_t9b2gaNNklE/SmDRl-lCG7I/AAAAAAAAAB4/renf7lkj5CI/s400/gissele-festas-home.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#000000;"&gt;Adoro textos publicitários, quem sabe eu desenvolva mais este lado depois do jornalismo, aliás, sem dúvida essa é uma parceria que pra minha vida dá certo!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/163062301718525867-4903075697104303951?l=fragmentodeideia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/feeds/4903075697104303951/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/2009/07/outras-coisinhas-mais.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/163062301718525867/posts/default/4903075697104303951'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/163062301718525867/posts/default/4903075697104303951'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/2009/07/outras-coisinhas-mais.html' title='Outras coisinhas mais...'/><author><name>Thayara Barboza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13035028236540539967</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_t9b2gaNNklE/S1eRoRXJThI/AAAAAAAAACg/Ax3abwjyCic/S220/IMAG0072.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_t9b2gaNNklE/SmDRl-lCG7I/AAAAAAAAAB4/renf7lkj5CI/s72-c/gissele-festas-home.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-163062301718525867.post-1760569364203839497</id><published>2009-07-17T12:23:00.000-07:00</published><updated>2009-07-19T17:12:23.672-07:00</updated><title type='text'>Jornalismo x Publicidade: Parceria ou Concorrência</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Até que ponto a presença da propaganda nos veículos de comunicação incomoda&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os meios de comunicação, assim como a sociedade caminham rumo ao desenvolvimento, e isto por sua vez, exige uma adequação ao que diz respeito às informações. A publicidade e o jornalismo têm sua parcela de responsabilidade sobre o que é exposto ao leitor e a própria comunidade, deste modo deve haver uma cumplicidade e parceria entre ambas. Para que isso ocorra, as informações em todas as suas características podem ser fundamentais para a formação de quem consome todas as notícias e divulgações surgentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Criticar o jornalismo por se adequar à publicidade pode ser um erro, considerando que este também depende da divulgação para se manter, neste caso existe uma relação de troca contínua, unindo a credibilidade de determinado veículo à confiabilidade dos produtos divulgados nele, e isto sem dúvida gera retorno aos envolvidos. A discriminação deste relacionamento entre as duas habilitações da comunicação social pode ser freqüente entre os mais críticos, no entanto, um leitor assíduo, que tenha consciência da importância do capitalismo tende a aceita-la e compreende-la sem fazer desta questão algo que desmereça a qualidade da informação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que a quantidade de publicidade encontrada em veículos de comunicação tem aumentado consideravelmente, isto não se pode negar, mas há quem comprove que a qualidade das notícias publicadas nestes mesmos veículos diminuiu? Isto ainda não foi comprovado. É preciso que se dê mais atenção ao conteúdo destas notícias, pois estes sim são definitivamente de arrepiar, pois a realidade apresentada nos jornais diários, semanários e etc., mostra que a sociedade carrega em suas entranhas, violência, impunidade e descaso sem precedentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isto, que tal dar mais atenção a realidade dos fatos, já que quase sempre assim o são, do que questionarmos a presença de algo fundamental, que movimenta a economia e o capitalismo, mesmo que chegue ao ponto de estimular também o consumismo da sociedade. Fator que está fora do alcance de qualquer critico das publicidades, já que estes também consomem, e de fato esta não vive sem dinheiro, que por sua vez não existe sem o comércio, que por sua vez não existe sem a divulgação, que por sua vez é resultante do trabalho da publicidade e propaganda.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#cc0000;"&gt;(Crítica para a aula de Jornalismo Aplicado II)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/163062301718525867-1760569364203839497?l=fragmentodeideia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/feeds/1760569364203839497/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/2009/07/jornalismo-x-publicidade-parceria-ou.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/163062301718525867/posts/default/1760569364203839497'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/163062301718525867/posts/default/1760569364203839497'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/2009/07/jornalismo-x-publicidade-parceria-ou.html' title='Jornalismo x Publicidade: Parceria ou Concorrência'/><author><name>Thayara Barboza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13035028236540539967</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_t9b2gaNNklE/S1eRoRXJThI/AAAAAAAAACg/Ax3abwjyCic/S220/IMAG0072.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-163062301718525867.post-2397368206293019610</id><published>2009-07-11T08:53:00.000-07:00</published><updated>2009-07-11T08:58:02.079-07:00</updated><title type='text'>Eu ainda estou aqui!</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#990000;"&gt;**&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#990000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#990000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;Em&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ffcc00;"&gt; breve&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#006600;"&gt;novas&lt;/span&gt; &lt;span style="color:#330033;"&gt;postagens&lt;/span&gt;...&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Arial;font-size:130%;color:#000099;"&gt;**&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/163062301718525867-2397368206293019610?l=fragmentodeideia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/feeds/2397368206293019610/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/2009/07/eu-ainda-estou-aqui.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/163062301718525867/posts/default/2397368206293019610'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/163062301718525867/posts/default/2397368206293019610'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/2009/07/eu-ainda-estou-aqui.html' title='Eu ainda estou aqui!'/><author><name>Thayara Barboza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13035028236540539967</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_t9b2gaNNklE/S1eRoRXJThI/AAAAAAAAACg/Ax3abwjyCic/S220/IMAG0072.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-163062301718525867.post-2456836618553238426</id><published>2009-06-20T14:41:00.000-07:00</published><updated>2009-07-10T06:44:18.868-07:00</updated><title type='text'>Curso técnico para jornalistas? Deboche aos profissionais</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_t9b2gaNNklE/Sj1Z8a_mnHI/AAAAAAAAABI/rP9D_J4VSQg/s1600-h/imagesCAHMB2S1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5349530826959133810" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 93px; CURSOR: hand; HEIGHT: 118px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_t9b2gaNNklE/Sj1Z8a_mnHI/AAAAAAAAABI/rP9D_J4VSQg/s400/imagesCAHMB2S1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;17 de junho de 2009. Um dia lamentável aos profissionais de jornalismo no Brasil. Isto porque após anos de luta, o Supremo Tribunal Federal resolveu tornar inválido o diploma. Injustiça? Ingratidão? Desrespeito? Para mim, que recebo o meu diploma em 6 meses, é tudo isso e muito mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando soube da novidade, um misto de sensações tomou minha mente, principalmente revolta, pelo simples descaso e comparação infeliz feita pelo relator Gilmar Mendes, sobre a necessidade de um curso para jornalistas ser nos moldes de cursos técnicos como os de culinária, cozinheiro e moda. Não quero desmerecer estas profissões, principalmente por ser filha de costureira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, sei perfeitamente que para os cursos técnicos existem modos de atuação restrita, contrário ao jornalismo, em que as exigências no mercado e do mundo são mutáveis. Não podemos pensar que quem sabe escrever uma redação pode ser jornalistas. O jornalismo é muito mais do que isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que aprendemos em sala de aula vai muito além da prática, e isto nos é exigido quando vamos à busca de oportunidades. A teoria dada nos 4 anos de curso, são a base para um bom profissional. O que mostra que experiência de vida e um bom texto não bastam! Será mesmo que impor a necessidade de um diploma mantém os moldes da ditadura militar? Ou será que é uma maneira de calar os bons profissionais e submetê-los a disputar uma vaga com falsos jornalistas com ensino fundamenta?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, se a formação universitária é desnecessária, então porque as outras profissões evoluem e a cada dia exigem mais e mais destes profissionais? Um exemplo bem claro é o advogado, que antes também não necessitava de diploma. Hoje, existe, além do curso de 5 anos, uma prova da Ordem, que define se eles podem ou não atuar nos tribunais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que mais me incomoda, é saber que mesmo com a importância de profissionais capacitados no mercado, os empregadores e parte da sociedade ainda defendem essa atrocidade do TCE contra o nosso diploma. Então, o que fazer com ele? Eu sinceramente acredito que ele tem muito valor, pode ser que não para Gilmar Mendes, mas para a sociedade que tanto carece de uma imprensa séria e de qualidade, que só é possível com profissionais prontos para atender a estas necessidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, se por um acaso o STF insistir nos cursos técnicos para jornalistas, tenho que pensar que a sociedade deve então retroceder, e deixar a evolução apenas para os países desenvolvidos. Então, porque os técnicos em consultório odontológico não atuam como dentistas, e técnicos em enfermagem, como enfermeiros?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/163062301718525867-2456836618553238426?l=fragmentodeideia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/feeds/2456836618553238426/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/2009/06/curso-tecnico-para-jornalistas-deboche.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/163062301718525867/posts/default/2456836618553238426'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/163062301718525867/posts/default/2456836618553238426'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/2009/06/curso-tecnico-para-jornalistas-deboche.html' title='Curso técnico para jornalistas? Deboche aos profissionais'/><author><name>Thayara Barboza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13035028236540539967</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_t9b2gaNNklE/S1eRoRXJThI/AAAAAAAAACg/Ax3abwjyCic/S220/IMAG0072.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_t9b2gaNNklE/Sj1Z8a_mnHI/AAAAAAAAABI/rP9D_J4VSQg/s72-c/imagesCAHMB2S1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-163062301718525867.post-3353326942710769222</id><published>2009-06-05T17:24:00.000-07:00</published><updated>2009-07-11T08:52:26.265-07:00</updated><title type='text'>Nos Caminhos ou Filas da vida...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;em&gt;Já pensou em quanto tempo perdemos aguardando uma fila andar?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Como já dizia Arnaldo Antunes “A gente não quer só comida, a gente quer comida, diversão e arte”. O problema é quando tudo isso depende de uma longa e interminável fila. Para o banheiro, para a batata recheada, para o barzinho na Afonso Pena em noite gelada, para o supermercado, para o ônibus, e por aí vai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Em todos os momentos do seu dia, pelo menos uma fila para que você tenha ali alguns, normalmente muitos, minutos de reflexão sobre até que ponto o desrespeito é impune em nossa sociedade. Digo impunidade porque existem leis que regulamentam o nosso direito a um tempo mínimo em filas e até mesmo em ligações para as detestáveis centrais de atendimento dos mais diferentes serviços, como telefonia, internet, água, luz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Percebe, não há como fugir, estamos predestinados a enfrentar este mal e mesmo com a “Lei da Fila” ou Lei Municipal 4.303/05, os bancos de Campo Grande são os campeões de estresse e reclamações e isto em dias chamados normais, em que o tempo máximo de espera deveria ser de 15 minutos, mas é claro, que diariamente as filas se formam antes mesmo de as agências abrirem suas portas e em dias de pagamento, em que o tempo máximo é de 20 minutos, estas filas são comparáveis às do INSS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Acontece, que se os problemas com filas fossem somente em agências bancárias, ainda seria um alívio, mas apesar de não ser um grande centro, Campo Grande está com seus níveis de lotação bem próximos aos de Capitais superlotadas. Nos supermercados não se sabe ao certo se o tempo que perdemos esperando um atendimento tem relação com o excesso de compradores ou com a falta de funcionários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Quando o assunto é lazer, ainda sim mais uma vez: Filas! É claro, parece que a moda nos barzinhos da cidade é a quantidade de gente que fica do lado de fora esperando para entrar e o pior, é que algumas vezes as cadeiras lá dentro estão vazias, mas é claro que multidões atraem multidões, então, já que o importante é o lucro e a badalação, vamos ficar paradinhos nas filas e contribuir com o sucesso do local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;E agora, para aqueles que enfrentam filas do banco, do supermercado e das baladas, não podia faltar uma toda especial, as dos terminais de ônibus. Nesta sim o autocontrole deve ser a palavra-chave, porque ao contrário das outras, nela não há, em hipótese alguma respeito, não importa se você chegou primeiro ou não, entra antes no coletivo quem tem mais força para empurrar... e coitados dos magrinhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Bem, já que a lista de locais estressantes em que enfrentamos filas está acabando, vamos nos lembrar de mais uma, onde a paciência é pouca e todos, sem exceção, passam muitos minutos do seu dia: O trânsito. É nele que a maioria da população, seja dentro de ônibus, carros ou em suas motos, ficam paradas à espera de um sinal verde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;E falando em trânsito, o mais engraçado de tudo isso, é que um dia ouvi em algum lugar, não me lembro qual, que no trânsito da capital os semáforos foram feitos para se passar por um, com tempo suficiente só para chegar até o próximo. Será que isso é uma forma de nos manter sempre em fila?&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/163062301718525867-3353326942710769222?l=fragmentodeideia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/feeds/3353326942710769222/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/2009/06/nos-caminhos-ou-filas-da-vida.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/163062301718525867/posts/default/3353326942710769222'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/163062301718525867/posts/default/3353326942710769222'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/2009/06/nos-caminhos-ou-filas-da-vida.html' title='Nos Caminhos ou Filas da vida...'/><author><name>Thayara Barboza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13035028236540539967</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_t9b2gaNNklE/S1eRoRXJThI/AAAAAAAAACg/Ax3abwjyCic/S220/IMAG0072.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-163062301718525867.post-2948062340448443525</id><published>2009-05-31T17:18:00.000-07:00</published><updated>2009-07-10T06:35:56.856-07:00</updated><title type='text'>A vida como ela é</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000000;"&gt;Enquanto eu pensava em algo interessante para postar eu me lembrei de uma coisa da qual gosto muito: As tirinhas do Calvin!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#000000;"&gt;Pode parecer um tanto esquisito, mas na verdade muitos momentos são refletidos de modo irônico ou sarcástico por elas e algumas vezes nem percebemos como podem ser significativas. Nossa, está parecendo confuso. Então é melhor ler a tirinha que eu escolhi e depois pensar como um texto tão simples pode ilustrar de modo eficaz a realidade nua e crua da nossa singela existência.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/163062301718525867-2948062340448443525?l=fragmentodeideia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/feeds/2948062340448443525/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/2009/05/vida-como-ela-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/163062301718525867/posts/default/2948062340448443525'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/163062301718525867/posts/default/2948062340448443525'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/2009/05/vida-como-ela-e.html' title='A vida como ela é'/><author><name>Thayara Barboza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13035028236540539967</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_t9b2gaNNklE/S1eRoRXJThI/AAAAAAAAACg/Ax3abwjyCic/S220/IMAG0072.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-163062301718525867.post-1904874927035788621</id><published>2009-05-31T17:07:00.000-07:00</published><updated>2009-05-31T17:17:49.031-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_t9b2gaNNklE/SiMeF-lugjI/AAAAAAAAABA/8YoSEYfMiNQ/s1600-h/vida.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5342146671040954930" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 129px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_t9b2gaNNklE/SiMeF-lugjI/AAAAAAAAABA/8YoSEYfMiNQ/s400/vida.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/163062301718525867-1904874927035788621?l=fragmentodeideia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/feeds/1904874927035788621/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/2009/05/blog-post.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/163062301718525867/posts/default/1904874927035788621'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/163062301718525867/posts/default/1904874927035788621'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/2009/05/blog-post.html' title=''/><author><name>Thayara Barboza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13035028236540539967</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_t9b2gaNNklE/S1eRoRXJThI/AAAAAAAAACg/Ax3abwjyCic/S220/IMAG0072.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_t9b2gaNNklE/SiMeF-lugjI/AAAAAAAAABA/8YoSEYfMiNQ/s72-c/vida.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-163062301718525867.post-544694067637603538</id><published>2009-05-25T19:35:00.000-07:00</published><updated>2009-07-06T12:09:11.907-07:00</updated><title type='text'>Conhecer para enteder ou ao menos tentar?</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_t9b2gaNNklE/SiL2QqEB6kI/AAAAAAAAAAw/jLY9mTdDrq4/s1600-h/images.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 136px; FLOAT: left; HEIGHT: 90px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5342102874044361282" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_t9b2gaNNklE/SiL2QqEB6kI/AAAAAAAAAAw/jLY9mTdDrq4/s200/images.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Bem, como o blog é meu, eu posso postar o que eu quiser... Então eu preciso compartilhar algo que me aconteceu hoje. Na verdade deveria ser algo comum, se não tivesse me despertado um sentimento estranho. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O que ocorre, é que mesmo eu sendo sul-mato-grossense nascida e criada aqui, sempre mantive certa distância das questões indígenas do estado, mas este semestre, por meio das aulas de Jornalismo Rural, tive a oportunidade de conhecer um pouco mais toda a problemática que envolve este assunto.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Primeiro, fomos apresentados ao presidente da Famasul, Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul, Ademar da Silva Júnior, que como era de se esperar, expôs em sala de aula o pensamento compartilhado por boa parte dos produtores do Estado. Este foi o primeiro passo, então pude perceber que existe um leque de versões e situações que dificultam ainda mais a vida de comunidades indígenas e movimentos sem terra em Mato Grosso do Sul.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Depois, fomos apresentados ao representante do CIMI, Conselho Indigenista Missionário, Rogério Batalha, que foi totalmente claro em seu modo de ver e principalmente em relação à posição da sociedade às questões indígenas em todo o país. Assim como o nome que responde pelos agricultores, ele contou seu lado da situação e eu ouvi atentamente, tentando entender.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Foi aí, que fomos apresentados à líder de um assentamento considerado referência no estado, a “Preta” e acredite, foi surpreendente, pois a segurança e conhecimento com que ela nos levou à realidade do local onde vive muito me impressionaram. O único problema, é que com todas as versões sobre os principais problemas da sociedade de Mato Grosso do Sul, ainda tenho a certeza de que todos os lados desta “novela” são desconhecidos por grande parte da população. O pior, é que eu sei também, que a maioria dela nunca vai demonstrar interesse em sequer conhecer estes conflitos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Para dificultar mais, todas estas questões não são fáceis de entender e é aí que estou querendo chegar, hoje, depois de ler uma carta do CIMI, sobre uma ação de despejo contra um grupo Kaiowá Guarani, eu tive a nítida sensação de que todos estes problemas, que estão(aparentemente) distantes do nosso cotidiano, são propositalmente esquecidos. Mas a pergunta é, até quando vamos nos calar diante de tudo, só pensar e discutir sobre aquilo que conhecemos, ou o que achamos que conhecemos é ainda pior, porque como diz o ditado: "Quem 'acha' vive se perdendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, pode ser que todos nós façamos parte de uma sociedade perdida!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/163062301718525867-544694067637603538?l=fragmentodeideia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/feeds/544694067637603538/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/2009/05/conhecer-para-enteder-ou-ao-menos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/163062301718525867/posts/default/544694067637603538'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/163062301718525867/posts/default/544694067637603538'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/2009/05/conhecer-para-enteder-ou-ao-menos.html' title='Conhecer para enteder ou ao menos tentar?'/><author><name>Thayara Barboza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13035028236540539967</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_t9b2gaNNklE/S1eRoRXJThI/AAAAAAAAACg/Ax3abwjyCic/S220/IMAG0072.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_t9b2gaNNklE/SiL2QqEB6kI/AAAAAAAAAAw/jLY9mTdDrq4/s72-c/images.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-163062301718525867.post-1812189273166205515</id><published>2009-05-23T12:52:00.000-07:00</published><updated>2009-05-23T12:55:36.215-07:00</updated><title type='text'>O breve diário de uma jovem na Unei</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;strong&gt;“A noite era a hora mais difícil”...&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;“Parecia que estava chegando uma nova amiga”. Assim começa o relato de Aline* uma ex-interna da Unidade Educacional de Internação de Campo Grande, (Unei). Esta é a história de uma jovem como muitas outras que acabam se envolvendo em crimes, graves ou não, ou em alguns casos são as cúmplices de alguém.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A jovem foi apreendida pelo Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos (Garras), sob acusação de tráfico de drogas, artigo 12 do Código Penal, em setembro de 2006, quando ainda tinha 16 anos. Por isso foi levada para a Unei, onde se juntou a mais dez jovens que também tinham “caído” (sido apreendidas) como ela.No dia em que foi apreendida pelo Garras, Aline passou toda a madrugada em uma cela da delegacia. Depois foi levada para o Centro de Policia (Cepol), onde permaneceu por mais 5 horas, em uma cela extremamente fria, até ser encaminhada para a Unidade de Internação.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;De regata e jeans, Aline teve que mudar de roupa, por que não é permitido o uso de decote no local. E como não usam uniformes, em um primeiro momento uma agente da unidade lhe arruma uma camiseta. Desde o instante da apreensão ela ainda não tinha comido. Enfim, a primeira refeição, pão e chá, “mas estava uma delícia”. A rotina da jovem ainda não é como a das outras internas. Por uma semana Aline divide um quarto especial com mais duas jovens, “o corró”, como é conhecido é onde as meninas permanecem até se adaptarem ao local.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Uma semana no “corró”, e Aline está pronta para se juntar às outras internas. Durante a semana uma vida praticamente normal: aulas, refeições em grupo. “A comida era uma delícia engordei 5 kg”. Todas as meninas podiam assistir televisão. A cada final de semana um grupo fazia a limpeza do local, enquanto o outro cuidava da beleza, unhas e cabelos, mas cada uma tinha seus produtos, que ficavam guardados com as agentes da instituição.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O domingo é o dia da visita. Pais e irmãos, nada de visita íntima e quem não tinha visita ficava no quarto, assistindo televisão. Durante quase toda tarde Aline ficava com os pais em uma grande mesa com bancos, onde as internas matavam a saudade da família. “Nunca fiquei um domingo assistindo televisão”. Ao fim da visita, uma revista simples, e as internas deixam a família para voltarem aos seus quartos. No fundo Aline se entristecia com a visita dos pais, pois assim como em muitos outros casos, seus pais são separados, e geralmente quando a visitavam, acabavam brigando. “A visita acabava não me ajudando em nada”...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Aline era uma das poucas que ainda não tinham filhos, como muitas das outras meninas, a maioria delas entre 13 e 17 anos. A única coisa que ela tinha que não era muito diferente das outras era o real motivo pelo qual ela estava ali: o amor. Digo o amor, por que foi pelo sentimento ao namorado que Aline se envolveu no esquema, no qual ele (o namorado) foi preso na penitenciária de Segurança Máxima, pela mesma acusação que ela. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por 45 dias Aline viveu ali, uma casa aparentemente normal, com outras jovens, algumas acusadas de roubo, tráfico de drogas e até homicídio. Enquanto aguardava a audiência Aline dizia não se preocupar, pois sabia que sairia logo, porque não estava envolvida no esquema. “Eu sabia que ia sair não tinha nada”. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Mas durante as noites, a jovem sentia a tristeza bater mais forte, saudades do namorado. Pouco mais de um mês, chega o dia da audiência, Aline chega algemada ao Fórum de Campo Grande, e como ela previa, foi liberada, mas claro, como pena, teria que participar do Programa de Assistência à Mulher (Proam), e uma vez por semana tinha que falar com uma psicóloga. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Na despedida com as colegas, Aline e as outras meninas choravam, uma típica despedida entre amigas. Hoje com 18 anos Aline pretende voltar a estudar, ter um trabalho, e esperar que seu amor saia de uma vez da prisão e enfim, ter uma vida normal como qualquer adolescente, “vou esperar ele para podermos sair”...Quanto ao namorado de Aline, este ainda cumpre regime semi-aberto, trabalha durante o dia, e nos finais de semana volta para dormir na penitenciária. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Aline* é um nome fictício. Por respeito à fonte não usamos o nome verdadeiro. Todas as outras informações são verídicas.&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;Thayara Barboza e Karen Andrielly&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/163062301718525867-1812189273166205515?l=fragmentodeideia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/feeds/1812189273166205515/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/2009/05/o-breve-diario-de-uma-jovem-na-unei.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/163062301718525867/posts/default/1812189273166205515'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/163062301718525867/posts/default/1812189273166205515'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/2009/05/o-breve-diario-de-uma-jovem-na-unei.html' title='O breve diário de uma jovem na Unei'/><author><name>Thayara Barboza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13035028236540539967</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_t9b2gaNNklE/S1eRoRXJThI/AAAAAAAAACg/Ax3abwjyCic/S220/IMAG0072.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-163062301718525867.post-2392974072589007333</id><published>2009-05-23T12:48:00.000-07:00</published><updated>2009-05-23T12:50:42.961-07:00</updated><title type='text'>Violência Doméstica: Convivendo com o inimigo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A violência doméstica é um dos principais problemas sociais enfrentados no Brasil e no mundo, sendo o grande causador de mortes e traumas a mulheres de diferentes idades e classes sociais. Como se não bastasse as torturas físicas constantes, estas mulheres sofrem ainda tormentos psicológicos que podem causar danos por toda uma vida, e transformam a sobrevivência algo insuportável. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Muitas vezes o casamento começa da melhor maneira possível, é chega-se a acreditar que aquele será um relacionamento tranqüilo e duradouro, até que algo muda. Existem diversos fatores que influem para a explosão de violência por parte do marido ou companheiro, álcool, drogas, ciúme, insegurança, enfim, as desculpas são as mais variadas, mas o fato é que mulheres estão em suas casas, sendo torturadas por seus companheiros, e muitas não têm coragem de se separar ou registrar queixa na polícia.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Este talvez seja um dos grandes motivos para que estes homens continuem cometendo os mesmo crimes, mas o fato é que não se pode cobrar uma postura firme e decidida de mulheres que estão abaladas psicológica e fisicamente, e com seu orgulho ferido, muitas vezes se envergonham da situação, sem pensar que a vergonha neste caso não deveria ser delas, e sim de seus companheiros, que algumas vezes, pelos motivos mais banais cometem as maiores atrocidades.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Tantas são as histórias, que é difícil até mesmo citá-las neste texto, mas o fato é que o aumento da informação, do nível de escolaridade, e o desenvolvimento profissional deveria ser um fator favorável à diminuição desta violência, no entanto ela continua aumentando, segundo a Organização da Nações Unidas, são 300 mil casos todos os anos no Brasil. Muitos deles, contra mulheres com idades entre 14 e 44 anos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Um problema público, a violência contra a mulher ainda precisa ser tratado e visto com outro olhar, pois até a chegada da vítima à uma delegacia, ou até ela ter coragem de contar seu drama a alguém, um longo caminho é percorrido, e em alguns casos isto leva meses ou até mesmo anos. Longos anos que podem não terminar da melhor maneira. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Homens ciumentos, inseguros, ou que não aceitam o fim de um relacionamento, tendem a externar sua fúria contra suas companheira, e o desfecho pode ser como o da adolescente Eloá Pimentel, que aos 15 anos teve sua vida tirada pelo ex-namorado Lindenbeg Alves, que em um acesso de indignação pela decisão da menina, de terminar o namoro, manteve a jovem e uma amiga presa por mais 100 horas em um apartamento. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O caso mobilizou várias equipes da polícia de São Paulo, e chocou a população do país inteiro, depois do fim dramático. A morte da menina, dentro da própria casa. Mas não é preciso ir muito longe para saber que os índices de violência contra a mulher são altos, sendo que, em Campo Grande, somente no ano de 2008 foram registrados 117,5 mil denúnicas, contra 9 mil no ano anterior. Números que confirmam que apesar das investidas públicas, este ainda é o grande vilão de várias mulheres comuns, que têm seus dias difíceis sozinhas e na maioria das vezes sofrem caladas. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/163062301718525867-2392974072589007333?l=fragmentodeideia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/feeds/2392974072589007333/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/2009/05/violencia-domestica-convivendo-com-o.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/163062301718525867/posts/default/2392974072589007333'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/163062301718525867/posts/default/2392974072589007333'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/2009/05/violencia-domestica-convivendo-com-o.html' title='Violência Doméstica: Convivendo com o inimigo'/><author><name>Thayara Barboza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13035028236540539967</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_t9b2gaNNklE/S1eRoRXJThI/AAAAAAAAACg/Ax3abwjyCic/S220/IMAG0072.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-163062301718525867.post-8104528247958975456</id><published>2009-05-23T12:46:00.000-07:00</published><updated>2009-05-31T17:05:32.787-07:00</updated><title type='text'>Acabou! E agora?</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_t9b2gaNNklE/SiMbNGUlpMI/AAAAAAAAAA4/nzUPZ51Kw64/s1600-h/Rodin%2520-%2520Foto%252004.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5342143494840755394" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 144px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_t9b2gaNNklE/SiMbNGUlpMI/AAAAAAAAAA4/nzUPZ51Kw64/s200/Rodin%2520-%2520Foto%252004.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Depois de quatro anos, ufa, está chegando ao fim... Este pode ser o principal pensamento daqueles que estão concluindo um curso superior, mas muitos não sabem que a grande preocupação, pode ainda estar por vir. Isto porque, depois de concluir uma faculdade é a hora de encontrar um lugar ao sol, ou melhor, no mercado de trabalho.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Durante os anos na faculdade é possível pensar que independente do curso, um emprego é apenas uma conseqüência, no entanto, vários fatores devem ser levados em consideração, quando o assunto é conquistar um emprego formal, seja ele o primeiro ou não. Nem sempre esta busca é tão simples, e às vezes pode não ser também tão difícil, mesmo que as estatísticas comprovem o contrário.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Mas o que fazer para garantir que o fim da faculdade é uma transição para prática de tudo que aprendemos (ou não), nas salas de aula? Boa pergunta. Quem souber me diga, mas é bem provável que esta seja mais uma daquelas perguntinhas sem resposta. O fato é que o mercado de trabalho é o futuro de todos, pode ser que não imediatamente após a conclusão do curso, mas em algum momento acontece. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A única afirmação possível neste caso, é que o friozinho na barriga é real, e insegurança pode se transformar em um vilão. Não, um inimigo oculto ou coisa do tipo, apenas um motivo a mais para se preocupar, quando o momento já indica preocupações suficientes... Isto mesmo, estou falando do TCC, monografia e afins, que são, sem dúvidas, motivos de insônia para grande parte da população acadêmica em fase de conclusão de curso.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Aliás, momentos de transição são grandes causadores de insônia, indiferente da fase, as dificuldades nestes momentos são parte dos conflitos do ser humano, em que as transformações parecem ser bem maiores do que são. Quer dizer, muitas realmente são, mas quando o assunto é vida profissional e estudos, elas podem ser realmente marcantes, um bom exemplo é o vestibular, o tão temido processo seletivo que pode te colocar no caminho desejado, ou até mesmo no indesejado. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O ano do vestibular, assim como o ano do TCC, ou em casos especiais, como o dos advogados, que depois de cinco anos em sala de aula precisam ser aprovados no exame da Ordem, são momentos marcantes, mas eles passam. Claro, que em alguns casos duram um pouco mais que um ano, porque sempre tem os que precisam de um pouquinho mais de tempo, de acordo com o grau de dificuldade de cada caso. Mas agora vamos voltar à dificuldade inicial, o mercado de trabalho depois de formado. Não adianta, este é um problema que deve ser encarado de frente. Independente da profissão, é preciso no mínimo querer um espaço para mostrar a que veio, afinal foram quatro longos anos, dependendo da profissão até mais. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Então, vamos sair pelo mundo e enfrentar a selva do jornalismo, da medicina, no direito, da publicidade, da matemática, e todas as outras selvas...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/163062301718525867-8104528247958975456?l=fragmentodeideia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/feeds/8104528247958975456/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/2009/05/ultimo-semestre-no-curso-superior.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/163062301718525867/posts/default/8104528247958975456'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/163062301718525867/posts/default/8104528247958975456'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/2009/05/ultimo-semestre-no-curso-superior.html' title='Acabou! E agora?'/><author><name>Thayara Barboza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13035028236540539967</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_t9b2gaNNklE/S1eRoRXJThI/AAAAAAAAACg/Ax3abwjyCic/S220/IMAG0072.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_t9b2gaNNklE/SiMbNGUlpMI/AAAAAAAAAA4/nzUPZ51Kw64/s72-c/Rodin%2520-%2520Foto%252004.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-163062301718525867.post-6961992088827802205</id><published>2009-05-23T12:43:00.000-07:00</published><updated>2009-05-23T12:46:35.640-07:00</updated><title type='text'>Do chifre de boi às Jóias do Pantanal</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;O acessório de inspiração regional faz sucesso fora do País&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fabricar jóias com uma matéria-prima que normalmente é descartada por frigoríficos, ou então aproveitada apenas para produtos típicos, como cuias para tereré ou berrantes, foi o desafio da empresária Isabel Doering Muxfeldt e um grupo de artesãos. Eles se propuseram a transformar chifre de boi em belíssimas jóias que estão conquistando o mercado de Mato Grosso do Sul e de países como Espanha e Suiça. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em busca da realização pessoal e profissional, Isabel se uniu à irmã, Anita Muxfeldt e partiu da insegurança para a satisfação “Eu queria realmente inovar, mudar de vida, tanto no sentido pessoal, quanto no profissional”, conta.&lt;br /&gt;Entre as dúvidas enfrentadas pelas empresárias estavam a escolha pela matéria-prima, que inicialmente deveria ser do osso bovino. A idéia do chifre do veio na busca por parceiros, quando acabou chegando a um grupo que produzia artigos típicos com o material.&lt;br /&gt;De acordo com Anita, a conquista pelos parceiros foi uma tarefa árdua, pois eles utilizavam o material em uma técnica passada de geração em geração, e a presença de uma mulher, até então estranha, importunava estes produtores.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;“No início os cortadores de chifre achavam engraçado mulheres querendo dar palpite em seu trabalho”, diz.&lt;br /&gt;Muitos não aproveitavam todo o material, então foi preciso convencer um grupo de pessoas, especialmente homens, a transformar o chifre em jóias, mas para isto um longo caminho foi percorrido. “Toda mudança gera desconfiança, foi preciso convencer os parceiros sobre as chances de o negócio dar certo. Muitos me olhavam de cara feia no começo”, afirma. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Depois de Convencer é Hora de Trabalhar&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A parceria entre os artesãos a empresária e uma designer fez com que toda a matéria-prima fosse utilizada da mesma forma artesanal, sem produtos químicos e com total aproveitamento. Hoje o grupo que conta com a artesã e empresária Isabel, uma designer, e mais seis produtores, fabricam além de jóias únicas com o chifre de boi, inox, sementes e couro, artigos para decoração e acessórios. O trabalho da equipe não se restringe aos artesãos que cortam as peças, mas também as montadoras, que trabalham dentro de casa na execução das peças desenhadas pela designer. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Do Rústico ao Exuberante&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Depois de enfrentar o preconceito dos parceiros e formar uma equipe, a montagem das peças e o desenvolvimento do grupo foi uma questão de tempo. No processo de criação e desenvolvimento das biojóias, um longo caminho é percorrido, passando das mãos da designer, que imagina a peça e depois encaminha a ficha técnica da criação ao artesão parceiro, neste caso o cortador de chifre, que efetua o corte e polimento dos protótipos.&lt;br /&gt;Não pense que para por aí, depois de cortadas e polidas as peças voltam para a designer, que confecciona as primeiras peças da nova coleção. Após lançada a coleção, as artesãs que montam as biojóias, levam para suas casas, as fichas técnicas e os kits dos modelos a serem executados. Ao desenvolver um ideal, o grupo, que hoje fabrica as biojóias deixaram de desperdiçar matéria-prima, que é resistente e duradoura, e passaram a produzir jóias com a cara da cultura sul-mato-grossense, que além de ser inovadora, também valoriza o Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a artesã, a possibilidade de utilizar uma matéria regional para criar moda, ultrapassa barreiras, e indica o quanto nossa cultura é rica, se bem aproveitada. Ela viu nas biojóias, a oportunidade que faltava para trazer algo diferente para o Estado. “Mato Grosso do Sul pode não ser um grande pólo como São Paulo, mas isto não significa que não podemos fazer moda por aqui”, declara.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/163062301718525867-6961992088827802205?l=fragmentodeideia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/feeds/6961992088827802205/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/2009/05/do-chifre-de-boi-as-joias-do-pantanal.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/163062301718525867/posts/default/6961992088827802205'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/163062301718525867/posts/default/6961992088827802205'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/2009/05/do-chifre-de-boi-as-joias-do-pantanal.html' title='Do chifre de boi às Jóias do Pantanal'/><author><name>Thayara Barboza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13035028236540539967</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_t9b2gaNNklE/S1eRoRXJThI/AAAAAAAAACg/Ax3abwjyCic/S220/IMAG0072.JPG'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-163062301718525867.post-9018094245804045993</id><published>2009-05-18T20:15:00.000-07:00</published><updated>2009-05-23T13:04:10.328-07:00</updated><title type='text'>Aí estão os links das matérias.</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Essa aí é sobre as "Bio Jóias", coisa regional, bem bacana.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.unifolha.com.br/lernoticiafoto.aspx?id_noticia=2541"&gt;http://www.unifolha.com.br/lernoticiafoto.aspx?id_noticia=2541&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Último semestre no Curso Superior: Acabou! E agora?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.unifolha.com.br/lernoticia.aspx?id_noticia=2544"&gt;http://www.unifolha.com.br/lernoticia.aspx?id_noticia=2544&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Violência Doméstica: Convivendo com o inimigo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.unifolha.com.br/lernoticia.aspx?id_noticia=2546"&gt;http://www.unifolha.com.br/lernoticia.aspx?id_noticia=2546&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;O breve diário de uma jovem na Unei&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.unifolha.com.br/lernoticia.aspx?id_noticia=677"&gt;http://www.unifolha.com.br/lernoticia.aspx?id_noticia=677&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/163062301718525867-9018094245804045993?l=fragmentodeideia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/feeds/9018094245804045993/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/2009/05/links-de-algumas-materias.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/163062301718525867/posts/default/9018094245804045993'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/163062301718525867/posts/default/9018094245804045993'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/2009/05/links-de-algumas-materias.html' title='Aí estão os links das matérias.'/><author><name>Thayara Barboza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13035028236540539967</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_t9b2gaNNklE/S1eRoRXJThI/AAAAAAAAACg/Ax3abwjyCic/S220/IMAG0072.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-163062301718525867.post-182618925054091531</id><published>2009-05-09T22:14:00.000-07:00</published><updated>2009-06-13T09:27:08.837-07:00</updated><title type='text'>As minhas ideias não são apenas vestígios de tudo aquilo que consumo do mundo.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;São elas que me fazem ver o que posso inventar com as informações que recebo e principalmente onde elas vão parar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que tudo o que vimos e ouvimos resultam em algo útil?&lt;br /&gt;Será que colocamos em prática alguma parcela, por menor seja, de tudo o que sentimos, esperamos ou pensamos ao longo da vida?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Possivelmente não e talvez também esteja pensando o porquê de perguntas como estas, mas esta resposta é simples: O dia-a-dia nos oferece milhões de fatos, possibilidades, desafios, obstáculos e principalmente nos coloca diante da realidade sobre o que e quem verdadeiramente somos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante disto já deve imaginar o motivo das perguntas, mas se isto ainda não aconteceu, aí vai mais uma dica: Quando vamos parar de acanhar todos os sentimentos possíveis dentro do peito, para enfrentar a realidade da vida?&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;Mas afinal, enfrentar pra quê? Para que alguma, das milhões, de informações e possibilidades que consumirmos, se transforme simplesmente na nossa liberdade de expressão.&lt;br /&gt;Expressão de sentimentos, pensamentos e até mesmo de um pequeno fragmento de idéia.&lt;br /&gt;Será que ela existe?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/163062301718525867-182618925054091531?l=fragmentodeideia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/feeds/182618925054091531/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/2009/05/as-minhas-ideias-nao-sao-apenas.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/163062301718525867/posts/default/182618925054091531'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/163062301718525867/posts/default/182618925054091531'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fragmentodeideia.blogspot.com/2009/05/as-minhas-ideias-nao-sao-apenas.html' title='As minhas ideias não são apenas vestígios de tudo aquilo que consumo do mundo.'/><author><name>Thayara Barboza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13035028236540539967</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://4.bp.blogspot.com/_t9b2gaNNklE/S1eRoRXJThI/AAAAAAAAACg/Ax3abwjyCic/S220/IMAG0072.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
